• Lara Barros

REDUZIR CUSTOS OU INVESTIR: Quando optar por cada um?

Você é daqueles que acreditam que para uma empresa prosperar é preciso reduzir ao máximo os custos e gastar o menos possível em novas tecnologias ou aplicações? Cuidado você já sabe o ditado, não é? “O barato sai caro”!


É claro que em certas situações de crises econômicas, ou imprevistos como a pandemia, uma das opções mais seguras seja preservar o dinheiro para estar preparado contra as possíveis adversidades.


Mas é preciso ter em mente que uma empresa só cresce, junto aos seus investimentos. Estes devem ser feitos em todas as áreas gradualmente, para se obter um grande benefício no futuro. Tudo isso precisa ser feito de forma estratégica e minha intenção é lhe explicar o porquê os investimentos devem ser adotados o mais rápido possível.

REDUÇÃO DE CUSTOS: a linha tênue entre despesas e investimentos

Redução de custos: Uma nova aplicação implantada na empresa não deve ser visto apenas como despesa. É possível ter uma interpretação diferente desse movimento de modernização. Por conta dos benefícios das soluções digitais, a redução de custos pode se transformar em um poderoso investimento para sua empresa. Toda empresa possui diversas saídas financeiras do seu caixa ao longo dos dias. Porém, é fundamental diferenciar quais delas são apenas despesas e quais delas podem ser entendidas como um investimento.


Enquanto pagar a conta de água é apenas uma despesa fixa operacional necessária para o funcionamento, aplicar esse mesmo custo em uma tecnologia, poderia gerar um retorno positivo em alguns meses e superar o custo inicial da despesa. Mas nem sempre fica tão claro assim quando estamos falando de um investimento.


Imagine que um banco invista na melhoria do sistema de telefonia. Inicialmente, essa decisão traria um custo para os cofres da empresa. Porém, em longo prazo, a redução de custos proporcionada pela melhoria dos atendimentos, das ligações concluídas com sucesso em um menor tempo e fluidez na comunicação interna, compensaria essa despesa inicial e geraria uma lucratividade maior.


Outro exemplo são escritórios de advocacias, que automatizando os seus processos contratuais e transformando as assinaturas no papel, para o meio digital, traz grandes resultados efetivos em agilidade, arquivamento de todos os documentos e histórico dos processos. Portanto, é preciso criar a visão de que a redução de custos é um investimento para a empresa.


Investimento Inteligente: É descrito como qualquer gasto, ou aplicação de recursos, visando retornos positivos em curto, médio e longo prazo. Esse conceito envolve tanto dinheiro quanto capital intelectual, social ou natural. A partir desse raciocínio, vários itens podem ser considerados como capital para investir: tempo, energia, estudos, atenção e assim por diante.


Dentro dessa programação, podem ser incluídos custos como a aquisição de novas ferramentas de trabalho, contratação de novos fornecedores, aprimoramento das técnicas de produção, investimento na qualificação e treinamento dos colaboradores, agendamento de viagens corporativas etc.


Por conta da grande demanda de focos de investimento financeiro, os gestores devem avaliar os objetivos mais importantes e decidir quais opções serão melhores para alocar os recursos e, dessa forma, maximizar os ganhos.


Tecnologia: Investir em tecnologia sempre vai ser uma ótima escolha, ela é uma aliada de quem busca eficiência e produtividade. Seja escolhendo um software de gestão ou automatização de processos diversos, é possível aperfeiçoar o desempenho e eliminar o desperdício com a informatização da empresa.


Resultado: Seja sua escolha redução de custos ou investimento é preciso ter uma atenção especial para cada uma, sentar e analisar os seus objetivos e metas da companhia, as possíveis soluções que você tem hoje, separar todas as despesas em Custo Fixo ou Variável. O principal é não ser reacionária a nenhuma ideia, e sim analisar aonde aqueles custos podem te levar no futuro.

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