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As quatro habilidades necessárias na era do trabalho flexível

Atualizado: 30 de mar.


Onde você estava quando a pandemia fechou o mundo? Talvez você estivesse entre a multidão de trabalhadores deslocados carregando computadores para casa. Provavelmente pensou que voltaria ao escritório em duas ou três semanas, certo?

Após dois anos e muitas videoconferências depois, a boa notícia é que hoje os funcionários têm mais influência do que nunca e, junto com as empresas, têm a oportunidade de remodelar o modelo de trabalho para o futuro. Uma pesquisa recente da KPMG com empresários de todo o Brasil constatou que 85% dos respondentes pretendiam manter a prática do home office em suas empresas mesmo após a vacinação. Além disso, outras pesquisas já constataram que o trabalho flexível é bom para a produtividade, o recrutamento e a retenção de funcionários.

Mas uma questão permanece, tanto para funcionários quanto para empregadores: como navegar em tempos incertos e o que precisamos para ter sucesso em longo prazo? Confira abaixo as quatro habilidades que você precisa cultivar para manter sua vida profissional flexível funcionando.


Comunicação

A comunicação é a chave para o sucesso do trabalho flexível. Trata-se de ter uma linguagem de flexibilidade comum e isso vale para funcionários e empresas, segundo a coach Christina Boyd-Smith. Quando alguém entra em uma empresa e pergunta sobre as práticas flexíveis, a organização deve ter uma resposta consistente.

O objetivo é que todos entendam sobre as práticas e nada mais indicado do que conversar sobre elas. Por exemplo, um funcionário pode declarar claramente o que espera realizar em um determinado projeto e o que gostaria de receber da outra parte, discutindo também sobre possíveis imprevistos.

Inteligência emocional

Segundo a colunista de tecnologia de negócios Minda Zetlin, a habilidade de lidar com pessoas e a inteligência emocional são cruciais para o trabalho flexível. Isso porque é preciso exercitar “esses músculos” ao colaborar com pessoas que não vemos todos os dias.

É necessário descobrir maneiras de formar vínculos com os colegas sem realmente estar no mesmo local físico. Isso pode acontecer por meio de viagens ocasionais ao escritório ou usando ferramentas de comunicação remota. O mais importante é que a conversa não seja 100% sobre trabalho.

Autoconhecimento

“Conhece-te a ti mesmo” é outro ponto essencial citado por Zetlin. Quando não há ninguém para verificar que você se sente à mesa e trabalhe, como você organiza seu tempo para ser produtivo?

Essa resposta inclui, por exemplo, saber quais horas do dia são melhores para realizar diferentes atividades. Se pela manhã seu humor não é dos melhores, talvez seja melhor focar em planejar o dia e acompanhar e-mails e deixar tarefas que exigem mais concentração ou reuniões para um outro momento.

Assertividade

Ter suas necessidades atendidas pode exigir que você as defenda, por isso não subestime seu poder. Isso não significa ser exigente ou difícil, mas conversar honestamente. Antes de iniciar um projeto, por exemplo, você pode conversar com seus colegas como irão trabalhar juntos.

E nos momentos em que você não estiver presente para essas conversas, Zetlin recomenda encontrar um colega que seja como um “patrocinador”, alguém que possa falar por você e considerar seus interesses nesses momentos de colaboração.

This originally appeared on GoTo’s blog

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